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Monitorando Redes Sociais

domingo, 16 de agosto de 2009

De casa nova, devidamente instalados, vamos abordar um novo tema: redes sociais.

Com o crescimento do “social networking”, cada vez mais gente acessa sites com esse propósito: quase 80% dos internautas brasileiros já participam de pelo menos uma rede social. E os números só fazem crescer.

Um dos assuntos mais comuns em comunidades e grupos de discussão são empresas e seus produtos. Não é difícil entender o por quê: hoje, somos consumidores 24 horas por dia. É natural que redes sociais acabem funcionando tanto como balcão de vendas quanto muro de lamentações.

Você sabe o que os seus consumidores andam falando da sua marca ou produto? Sabe quantas comunidades fazem menção a eles? Sabe o que fazer com essa informação, se ignora, responde ou pega carona?

Muitas empresas ainda não sabem. E como redes sociais são terrenos ainda novos e pantanosos, a decisão nem é tão simples assim. O assunto é tão complexo que até no Brasil já começam a surgir processos: semana passada, a justiça de Minas condenou o Google a pagar indenização a um usuário por página difamatória no Orkut (leia a matéria aqui).

Esse caso levanta uma questão crucial para as empresas: o anonimato, permitido pela maioria dos sites. É muito fácil ser um franco-atirador. No processo citado, a vítima era uma pessoa, mas poderia muito bem ser uma empresa. Nesse contexto, a defesa do Google só joga mais água na fervura: ele alega não saber quem seria o culpado e não ter como impedir esse tipo de ação.

Aí é que reside o ponto nevrálgico da questão: se usuários podem bater e se esconder, empresas não. Até porque, cada vez mais, o desafio é construir marcas a partir de relações transparentes. Como então equilibrar essa relação nas redes sociais sem levantar mais poeira?

Algumas empresas já sabem. Elas aprenderam a usar a melhor arma contra qualquer tipo de ameaça: o conhecimento. É necessário sim esquadrinhar, mapear e acompanhar tudo o que de relevante se fala da sua marca. E não apenas isso: uma coisa é constatar; outra é agir. Mas agir sabendo como funcionam as coisas nesse terreno.

A Lumina1 sabe bem disso porque não é de hoje que realiza monitoramento de mercado. Esse tipo de expertise está no DNA da agência e é realizado desde quando as redes sociais ainda eram apenas boca-a-boca eletrônico.

Na nossa opinião, monitorar o mercado deveria se tornar padrão. Ainda que isso acirre a concorrência para nós, o mercado todo ganha. E se o mercado ganha, sobretudo por desenvolver empresas mais preparadas, a gente ganha também.

8 anos

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O que você quer ganhar de aniversário? Quando eu tinha 8 anos, eu queria um Autorama.

E ganhei… Garoto de sorte!

Dizem que com o passar do tempo, para o homem, os brinquedos só ficam mais caros. Foi o meu caso.

O que você quer de aniversário de 8 anos da Lumina1, me perguntaram há alguns meses? Uma nova sede, respondi.

Ganhei também. Sorte outra vez? Não. Desta vez não ganhei de presente de ninguém: teve muito trabalho envolvido; meu, dos meus sócios, da equipe.

E por que uma nova sede? Porque toda empresa, pra continuar competitiva, precisa estar em constante transformação.

2009 tem sido um ano de conquistas para a Lumina1. Novos clientes, uma equipe cada vez mais preparada (e maior!), projetos desafiadores. Não dava para acomodar tudo na antiga sede. Mudar é preciso, viver não é preciso.

Mas a questão vai muito além do espaço. Há várias outras mudanças implícitas: você joga fora o que não serve, repensa seus objetivos, estabelece novos horizontes. Quando você muda, está pensando no futuro: para acomodar o presente você já tem um lugar. Onde quer que sua empresa esteja amanhã? O que e quem você quer levar para lá? Que tamanho e configuração você deseja? O que vai jogar fora porque não serve mais?

Não estou dizendo que mudar de endereço é a solução para transformar as empresas. Seria bom se fosse simples assim. Além disso, mudança sempre é um transtorno: caixas e mais caixas de pertences, problemas de funcionamento de equipamentos, dúvidas. Mudar dá trabalho!

A questão é que, muitas vezes, essa é a forma mais fácil de mostrar às pessoas o que mudou. É a forma mais tangível de explicar a evolução. De estabelecer o que você planeja para o futuro. “Show, don’t tell”.

Só que pra mudar é preciso coragem. Coragem para ser o mesmo e ser melhor. Para ser maior e melhor. Para ser diferente e melhor. Para ser cada vez melhor.

Pensando assim, tenho orgulho de ver que a Lumina1 nunca deixou de mudar. De ideias, de projetos, de sedes e de sedes (meio forçada essa). Da Flórida para a Quintana e, de lá, para a Paulista. E quem pensaria em abandonar um andar em plena Avenida Paulista? Só quem encontrasse um outro com o dobro do tamanho na Padre João Manuel, entre Lorena e Oscar Freire.

Pois é, mudamos (acho que deu pra perceber). O uniforme e o estádio podem ser diferentes. A gana de defender sua marca, não.