Monitorando Redes Sociais

De casa nova, devidamente instalados, vamos abordar um novo tema: redes sociais.

Com o crescimento do “social networking”, cada vez mais gente acessa sites com esse propósito: quase 80% dos internautas brasileiros já participam de pelo menos uma rede social. E os números só fazem crescer.

Um dos assuntos mais comuns em comunidades e grupos de discussão são empresas e seus produtos. Não é difícil entender o por quê: hoje, somos consumidores 24 horas por dia. É natural que redes sociais acabem funcionando tanto como balcão de vendas quanto muro de lamentações.

Você sabe o que os seus consumidores andam falando da sua marca ou produto? Sabe quantas comunidades fazem menção a eles? Sabe o que fazer com essa informação, se ignora, responde ou pega carona?

Muitas empresas ainda não sabem. E como redes sociais são terrenos ainda novos e pantanosos, a decisão nem é tão simples assim. O assunto é tão complexo que até no Brasil já começam a surgir processos: semana passada, a justiça de Minas condenou o Google a pagar indenização a um usuário por página difamatória no Orkut (leia a matéria aqui).

Esse caso levanta uma questão crucial para as empresas: o anonimato, permitido pela maioria dos sites. É muito fácil ser um franco-atirador. No processo citado, a vítima era uma pessoa, mas poderia muito bem ser uma empresa. Nesse contexto, a defesa do Google só joga mais água na fervura: ele alega não saber quem seria o culpado e não ter como impedir esse tipo de ação.

Aí é que reside o ponto nevrálgico da questão: se usuários podem bater e se esconder, empresas não. Até porque, cada vez mais, o desafio é construir marcas a partir de relações transparentes. Como então equilibrar essa relação nas redes sociais sem levantar mais poeira?

Algumas empresas já sabem. Elas aprenderam a usar a melhor arma contra qualquer tipo de ameaça: o conhecimento. É necessário sim esquadrinhar, mapear e acompanhar tudo o que de relevante se fala da sua marca. E não apenas isso: uma coisa é constatar; outra é agir. Mas agir sabendo como funcionam as coisas nesse terreno.

A Lumina1 sabe bem disso porque não é de hoje que realiza monitoramento de mercado. Esse tipo de expertise está no DNA da agência e é realizado desde quando as redes sociais ainda eram apenas boca-a-boca eletrônico.

Na nossa opinião, monitorar o mercado deveria se tornar padrão. Ainda que isso acirre a concorrência para nós, o mercado todo ganha. E se o mercado ganha, sobretudo por desenvolver empresas mais preparadas, a gente ganha também.

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