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	<title>Comentários sobre: Manifesto à Inovação</title>
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	<description>Lumina1 - Defende sua marca</description>
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		<title>Por: Fabio Flandoli</title>
		<link>http://www.lumina1.com.br/manifesto-a-inovacao/comment-page-1/#comment-19</link>
		<dc:creator>Fabio Flandoli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:06:27 +0000</pubDate>
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		<description>Silvio,

Primeiro obrigado pelo comentário.
Como todo publicitário, tenho o hábito de manifestar as opiniões sem necessariamente mostrar credenciais científicas. 
Neste caso específico, meu objetivo é mais semântico do que técnico: a inteligência tem recebido constantes atualizações no seu escopo, tornando-se cada vez genérica quanto a seus atributos. A inovação, embora não necessariamente escape dessa massificação, é talvez um pouco menos esnobe e mais focada no lado prático do que no teórico. Se fossem pessoas, a inteligência seria uma senhora arrogante que procura viver dos seus títulos e méritos, enquanto a inovação uma mulher ativa e prática, que parece ter uma energia infinita e está sempre em atividade. Ou seja, a inovação consegue produzir mais porque não está preocupada com o que fez mais com o que vai fazer.
De qualquer forma, algumas correntes científicas acreditam que não apenas a inteligência possa ser aplicada aos animais, como não existe apenas um tipo de inteligência. Neste último conceito, das Inteligências Múltiplas, criado pelo psicólogo Howard Gardner nos anos 80, animais diferentes poderiam apresentar sinais de inteligência semelhantes a humanos. Duas referências sobre o assunto: no &lt;a href=&quot;http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_286329.shtml&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Mundo Estranho&lt;/a&gt; e na &lt;a href=&quot;http://super.abril.com.br/ciencia/muitas-caras-inteligencia-443876.shtml&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Super&lt;/a&gt;. Mais interessante até seja um estudo recente divulgado no livro &lt;a href=&quot;http://www.superfreakonomicsbook.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Super Freakonomics&lt;/a&gt; sobre macacos capuchinos, conduzido na Universidade Yale. A capacidade demonstrada por eles em aprender a usar dinheiro e as consequências disso são hilárias e preocupantes. Na minha opinião, o estudo mostra que ele são inteligentes o suficiente para assumir um comportamento semelhante ao nosso. Mas não capazes de ir além.
Mas fica a polêmica...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio,</p>
<p>Primeiro obrigado pelo comentário.<br />
Como todo publicitário, tenho o hábito de manifestar as opiniões sem necessariamente mostrar credenciais científicas.<br />
Neste caso específico, meu objetivo é mais semântico do que técnico: a inteligência tem recebido constantes atualizações no seu escopo, tornando-se cada vez genérica quanto a seus atributos. A inovação, embora não necessariamente escape dessa massificação, é talvez um pouco menos esnobe e mais focada no lado prático do que no teórico. Se fossem pessoas, a inteligência seria uma senhora arrogante que procura viver dos seus títulos e méritos, enquanto a inovação uma mulher ativa e prática, que parece ter uma energia infinita e está sempre em atividade. Ou seja, a inovação consegue produzir mais porque não está preocupada com o que fez mais com o que vai fazer.<br />
De qualquer forma, algumas correntes científicas acreditam que não apenas a inteligência possa ser aplicada aos animais, como não existe apenas um tipo de inteligência. Neste último conceito, das Inteligências Múltiplas, criado pelo psicólogo Howard Gardner nos anos 80, animais diferentes poderiam apresentar sinais de inteligência semelhantes a humanos. Duas referências sobre o assunto: no <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_286329.shtml" rel="nofollow">Mundo Estranho</a> e na <a href="http://super.abril.com.br/ciencia/muitas-caras-inteligencia-443876.shtml" rel="nofollow">Super</a>. Mais interessante até seja um estudo recente divulgado no livro <a href="http://www.superfreakonomicsbook.com/" rel="nofollow">Super Freakonomics</a> sobre macacos capuchinos, conduzido na Universidade Yale. A capacidade demonstrada por eles em aprender a usar dinheiro e as consequências disso são hilárias e preocupantes. Na minha opinião, o estudo mostra que ele são inteligentes o suficiente para assumir um comportamento semelhante ao nosso. Mas não capazes de ir além.<br />
Mas fica a polêmica&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Badosu</title>
		<link>http://www.lumina1.com.br/manifesto-a-inovacao/comment-page-1/#comment-18</link>
		<dc:creator>Badosu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:50:29 +0000</pubDate>
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		<description>Não acredito que haja diferenciação entre inteligência e inovação. 

A tese, por exemplo, de que os golfinhos e primatas são inteligente mas não inovadores tem de ser melhor embasada através de um esclarecimento de seus termos.

Acredito, sim, que a inteligência é um prerequisito para a inovação. A capacidade de compreender padrões, análise de sinais externos e a obtenção de resultados através desta caracteriza a arte de inovar em minha modesta opinião.

No caso de nós, seres humanos, concordo que fomos privilegiados pela centelha da inovação. A inovação realimenta o estímulo à inteligência. Novas descobertas, pontos de vista distintos e interesse em áreas desconehcidas inevitavelmente levam a novos questionamentos e ambições.

O resultado disso somos nós, seres com sede de conhecimento, possuidores de capacidade de abstração cada vez maior e prontos para melhorar o que for possível para otimizar nosso conforto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredito que haja diferenciação entre inteligência e inovação. </p>
<p>A tese, por exemplo, de que os golfinhos e primatas são inteligente mas não inovadores tem de ser melhor embasada através de um esclarecimento de seus termos.</p>
<p>Acredito, sim, que a inteligência é um prerequisito para a inovação. A capacidade de compreender padrões, análise de sinais externos e a obtenção de resultados através desta caracteriza a arte de inovar em minha modesta opinião.</p>
<p>No caso de nós, seres humanos, concordo que fomos privilegiados pela centelha da inovação. A inovação realimenta o estímulo à inteligência. Novas descobertas, pontos de vista distintos e interesse em áreas desconehcidas inevitavelmente levam a novos questionamentos e ambições.</p>
<p>O resultado disso somos nós, seres com sede de conhecimento, possuidores de capacidade de abstração cada vez maior e prontos para melhorar o que for possível para otimizar nosso conforto.</p>
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